segunda-feira, 9 de maio de 2016

Borboleta em casúlo

Debaixo dos meus ombros, sou uma borboleta

Entre os escombros de necto produção
Sou uma abelha em excitação

Depois das trovoadas e tempestades
Irei ser o que a minha mãe foi
E se foste assim, quem me dera

Jogar entre as planícies de erva translúcida
Parar para sugar o teu veneno

E olhar
Sobre as circunstâncias de um trópico exótico
Calmo e sereno

P'ra voadores em cor