Deixa de ser firme e sê livre
Porque uma pluma não chora
Nem deixa vestir
As lágrimas santas do correr
Do andar, e deixar passar
Mas uma senhora passou
Deixou cair um ramo
De flores, das saias e dos cortinados
Não tapes as feridas
Deixa sarar as cicatrizes
E entrará
Aquele jardim