domingo, 24 de julho de 2016

O Monstro que me vigia pelo parapeito do Castelo
Que quase que cai entre a floresta de espinhos,
Num caminho de pedras lisas
Cai sobre um chão de penas
Penas brancas, que esclarecem o céu puro
Penas brancas que o aconchegam da amargura do parapeito
E das Visões do Passado

Renasce no submundo como um Deus

Nem bem Deus, nem bem Anjo
Um ser que reside no limbo da minha consciência
Que se atira com as suas garras, para as chamas do conhecimento
A que muitos chamam Destino

Não irá libertar-se enquanto somos reis.