O que me irá destruir eu não sei que será, de onde virá, porquê. Os murmúrios de amanhã moem e moem até poeira a minha consciência e todas as suas escadarias dissecais, diminutas. Todos os dias me lembro das primeiras alucinações da Era Primeira; Era Segunda... O Presente Lunar? Talvez uma Era Terceira saiba da sua existência algures no horizonte das colinas... nasais?
Tudo se esconde nos infinitos momentos efémeros, propagam-se nas retinas dos meus olhos como rios, tentando escapar os calhaus e pedregulhos do riacho daí em diante, quiçá onde.
Tenho amor para dar, ninguém está disposto a querer. Tenho abraços para dar, que alguém está disposto a conter? Alguém somente eu, nas voltas e reviravoltas de sabe o meu corpo o quê. Ao contorcer de uma unidade tridimensional, num jogo de trevas imundo... No meu querido jogo de trevas.