quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

old digital paper (non)

Sou eu que crio o enredo do meu pai à volta do meu amor, à volta do "para amar a mim própria": um dos primeiros passos é ser fiel ao alto valor. 

Sincera, honesta. 

Será que também é partilhar isso com alguém que? Primeiro comigo... Depois com outro alguém.

Parece que o computador está a cair pela minha frente... E num equilíbrio harmonioso e circundante eu sigo as pegadas em concílio dos meus braços, do que os meus braços seguram... Não largando mais, pegando-me mais à circulação destes rituais presunçosos. Rituais amorosos de arder o interior em...

Eu tenho diferentes pataduadas que resultariam em boas pujantes não sei quantas... Repugnantes, anteriores ao artigo escondido entre as sublinhadas, aproveitando a deixa do animal dentro das sílabas deste saber. Chamo-te besta! Filho de uma grandessíssima puta. Ordinário.

Peço desculpa, ascenderei aos meus súbditos.