Mexeu comigo. Mexeu muito comigo. Que devo fazer a seguir...
Mergulhei em dúvida esta noite. I requested his honest feelings, I got a bucket full of hatred. Mesmo sabendo que não é o que parece, como muitas vezes o são, mas não posso desesperar. Já se sabe como as coisas são. Senti aquela inquietude na voz (dos dois). Foi como ouvir bitaites gigantes de um velho fantasma, preparado para emergir do baú do sotão. Buh!
*speed jazz*
BuuRryhauhsuhdUUUUUUH!!1!
Lembrei-me de uma certa noite, à uns tempos. Os prédios estavam alinhados, senti uma sensação de domínio dos prédios contra mim. Estavam a puxar as pessoas para casa dos meus avós, para vestirem-se, trocar de roupa. Eram bobos da corte, eram magical shoujo, eram tudo aquilo que não fazia sentido para a devida altura. E eu apareci. Arrastei as cortinas da solidão que me pesavam a paisagem. Campo atrás de campo. Não conseguia perceber. Eu voltava para trás, e depois para a frente. Até ver o funil do teu penteado e as tuas bochechas de rato, de cócoras, sobre um pesar de coração. Senti-me bem. Senti-me como normalmente me tenho sentido. Afagada, apagada do quadro, mas metida nas tintas de outrem. Como se fosse parte do projecto, mas não da história. Uma flor que abria para as verduras contrárias à margem do rio.
Do pouco que li, deixou-me sem forças para ler o resto.
Estou a ouvir good music.
As sombras brincam com a minha mente.
Tudo soa tão cliché. Rebelrebelrebelrebel~