Tenho aqui duas gaivotas a invocarem a minha mioleira para responder a perguntas do tipo daquelas que eu coloquei de parte à tempos. Sim, claro, como eles soubessem o que eu passei. Não é assim tão fácil saltar de homem em homem e deixar a semente do "raio que o parta" para depois nascer uma bananeira. Eu não sei. Não sei o que fazer, nem dizer, nem falar, nem mexer, nem espremer, nem escrever, nem pintar, nem ouvir. Não sei quem sou. Está a levar comigo em doida. Antes estava tudo bem. Agora eu não sei.
"Tens de seguir o que sentes no teu coração."
Oh homem, arrepiei-me toda. Não digas esses disparates. Disparates.