Sinto-me um conjunto de putalhada tão fresca, chiça. Verdade seja que perdi a confiança nos homens deste mundo, até vontade dá de amarrar aquelas cabecinhas à terra e esperar que delas nasça alguma coisa de louvar, que só tem sido tristezas e misérias. Ah, what else, se calhar estou aqui a culpar o género masculino sem razão, mas não sou culpada pelo o que me foi feito, aliás, ninguém é culpado. Eu apenas sinto que não tenho a liberdade de facto suficiente para respirar seguramente e alimentar a minha mente, e assim procurar com ardor a minha identidade.
Sabem o que foi isto? O renascer das cinzas das minhas sensações e sentimentos. Há um novo começo ansioso por saltar de aqui de dentro para cá fora. É como um novo par de olhos mas com a mesma cristalina e os mesmo nervos receptores. Still, identifico-me.
Tenho as hormonas aos saltos, tem que ser isso. Estou tão apaixonada, tem que ser isso. Como um hipopótamo ama demasiado a porra da flor para deixar de a pisar. Tristezas.
(NT: Foi uma tremenda desilusão a perca do Festival Medieval e dos ensaios do Clube de Teatro. Continuo profundamente angustiada com o estado das coisas e comigo mesma. O que será de mim...)